A REVOLUÇÃO CORONA

                                                                        


Nota prévia: 

Este é um trabalho de investigação. Tudo o que é reportado no documento pode ser encontrado nos arquivos digitais de organizações empresariais, jornalísticas, não-governamentais ou governamentais, existentes e credíveis. Toda a informação apresentada é pública e pesquisável para quem use um motor de busca web não comprometido por adulteração dos algoritmos de pesquisa e mostra de resultados. 

Sabemos que este trabalho poderá ser apelidado de “teoria da conspiração” e sabemos também que o uso político desse termo serve de ‘tampão psicológico’ para facilitar a recusa imediata e a negação da validade/credibilidade por parte de pessoas que tenham acesso ao documento. 


                                                                                    Índice

            Introdução

            1. Duas Forças

            2. Lockstep

            3. Global Health

            4. Principais Fontes de Financiamento

            5. Bill Gates

            6. Criptomoeda

            7. Criptomoeda Microsoft

            8. ID2020

            9.  Vacina, Sensores, ID Digital e Criação de Base de Dados

            10. Great Reset

            11. Poderes Ocidentais e China

            12. Conclusão



Quis custodiet ipsos custodes?
- Quem vigia os vigilantes? -


Introdução


Em início de 2020 tivemos uma primeira vaga de infectados por um vírus novo. Morreram menos pessoas que nas anteriores épocas gripais normais. Em Portugal e no resto do mundo.


Agora temos uma segunda vaga de muitos "casos" e poucos mortos (entretanto a própria DGS confirma oficialmente que a gripe desapareceu). Uma vaga de pessoas que testaram positivo num teste que nunca foi desenhado para identificar uma doença específica. De pessoas que não têm sintomas mas mesmo assim são consideradas doentes [e possíveis contagiosos] pelos sistemas de saúde do Ocidente.


A primeira vaga não fez sentido do ponto de vista de "pandemia" mortífera e a segunda também não faz.


Se pouco disto faz sentido, o que podemos pensar? As pessoas comuns, preocupadas essencialmente com o acesso ao supermercado para alimentar os filhos, e os outros, a minoria que vai tendo preocupações macro de entendimento do mundo, das causas e dos porquês das coisas?


Começamos a perguntar:


Onde começa a realidade e termina a mentira? O que era mentira no que nos disseram até hoje sobre o mundo e a vida sócio-política, e o que é mentira no que no que continuam a dizer-nos que devemos pensar?


1. Duas Forças

No mundo sempre se confrontaram duas forças “espirituais” essenciais. Uma anárquica (auto-organizada e a tender para responsabilidade individual), criativa e produtiva, baseada na liberdade de pensamento, expressão e acção. Outra centralmente coordenada e organizada, coletivista, parasitária [extractiva] e rentista, baseada no controle, em detrimento das liberdades. 


São essas duas mesmas forças que se digladiam atualmente, naquilo que apelido de Revolução Corona, sendo que a centralista arrancou em 2020 com um ataque imensamente caro financeiramente, previsto, planeado ao detalhe, estruturado, e apoiado nos poderes estatais, políticos, mediáticos, académicos e de gestão de saúde em múltiplos sistemas internacionais e nacionais.   


2. Lockstep

Em 2010 a Fundação Rockefeller publicou o seguinte trabalho “Scenarios For The Future Of Technology and International Development”. 


No documento são traçados uma série de cenários para o desenvolvimento da situação social, política e económica mundial. Na página 18, num cenário baseado numa pandemia, lê-se: 



3. Global Health

Diversas instituições são centrais na gestão da saúde mundial. Uma que salientamos, antiga, e com interesses no negócio da saúde global (incluindo vacinação)  que datam ao início do Século 20 é também a Fundação Rockefeller.


 


4. Principais Fontes de Financiamento 

  1. Energia 


Recomendo o visionamento deste vídeo do jornalista James Corbett, canadiano, radicado no Japão, “How Big Oil Conquered the World”. 


  1. Moeda Fiduciária


A moeda fiduciária, ou moeda fiat enferma de vários problemas de origem e gestão. Além de ser centralizada, ser dívida na sua criação, permitir níveis astronómicos de endividamento estatal (os governos acabam sempre por estar em íntima associação com os bancos centrais) e permite grande acumulação de riqueza por parte de quem controla os bancos centrais emissores.


Até ao início do século XX múltiplos bancos emitiam notas e moeda (conversíveis em valores físicos) em plena concorrência. Era um sistema operacional e que satisfazia as necessidades da economia apesar da volatilidade associada à flutuação dos contra-valores (por exemplo: metais preciosos). 


Uma boa crítica ao sistema baseado na moeda fiat encontra-se aqui.

  

  1. Banca Central 


Mencionamos agora dois bancos centrais essenciais e instrumentais na construção da cascata de poder:

 

Federal Reserve 

Banco de Inglaterra


  1. BIS (Bank of International Settlements)


Além de coordenarem e participarem dos principais bancos centrais os proprietários dos mesmos bancos controlam também o BIS. O “banco central” dos bancos centrais.



5. Bill Gates

Contrariamente à narrativa “oficiosa” pública, Bill Gates não criou um império começando numa garagem com um sócio. Gates é filho de ilustres e ricos pais que sempre trabalharam para os Rockefeller e a sua história tem contornos muito pouco dignos, mesmo em termos de puro desenvolvimento do seu negócio e império empresarial. 


Pela segunda vez voltamos a James Corbett e sugiro o visionamento deste vídeo: “Who is Bill Gates” e deste (mais curto): “How Bill Gates Monopolized Global Health”. 


Uma questão: que nos faz acreditar que Bill Gates, agora que tem  virtualmente o monopólio global da saúde, venha a ser diferente, neste sector,  de quando ergueu de forma abusiva o império Microsoft que em 2001 teve de ser alvo de processo pelo governo americano?


6. Criptomoeda

As criptomoedas foram criadas no mercado livre, anárquico e de criação autónoma por indivíduos preocupados com o rumo que as moedas de banca central (moedas fiat) estão a impor ao mundo. Foram anarco-capitalistas a criar as primeiras criptomoedas. Saliento a Bitcoin - primeira a aparecer - inventada em 2008 que seria uma “libertação do carácter estatizante da moeda fiat. Para melhor entender a natureza da Bitcoin, sugiro também uma leitura do seu White Paper.  


A criptomoeda foi inventada com dois objectivos principais: 


  1. Contrariar o carácter de dívida que as moedas fiat têm, e a dependência por parte de quem quer ser livre, do uso dessas moedas para trocas livres. Em conversa poderemos abordar este ponto mas sugerimos uma breve passagem por aqui “The End of the Debt-As-Currency Era”. Neste artigo podemos constatar que o sistema fiat está saturado de dívida e tem colapso pré-anunciado (este ponto vai ser importante mais à frente);

  1. Permitir uma moeda “sã” que não só não fosse dívida na sua essência mas também dispensasse bancos como custódios do valor. Com a Bitcoin cada pessoa é livre de guardar na sua carteira electrónica, virtualmente inviolável, segura e totalmente descentralizada, e fazer trocas/compras/vendas em mercado livre de interferência, e salientamos: “olhos e vigilância estatais”



7. Criptomoeda Microsoft

Em Março do corrente ano de 2020, a Microsoft registou esta patente: “WO2020060606 - CRYPTOCURRENCY SYSTEM USING BODY ACTIVITY DATA”.


Human body activity associated with a task provided to a user may be used in a mining process of a cryptocurrency system. A server may provide a task to a device of a user which is communicatively coupled to the server. A sensor communicatively coupled to or comprised in the device of the user may sense body activity of the user. Body activity data may be generated based on the sensed body activity of the user. The cryptocurrency system communicatively coupled to the device of the user may verify if the body activity data satisfies one or more conditions set by the cryptocurrency system, and award cryptocurrency to the user whose body activity data is verified.”



Como se pode observar no esquema, uma figura humana ligada a um sensor tem a sua actividade corporal e mental lida pelo mesmo sensor que, depois via rede de comunicações, se liga a um servidor e à “nuvem” de criptomoeda. Assim, a criptomoeda é “minerada” (produzida) e as transacções efectuadas entre os participantes na rede em conexão directa ao trabalho humano. Em termos de teoria marxista este esquema parece de facto poder realizar a utopia marxista da “Teoria Valor Trabalho”.  


A emergência da criptomoeda (referindo agora ao ponto 6.1.) como alternativa possível à moeda fiat também é conhecida pela banca central e incumbentes. Sabem há muitos anos que o sistema de fiat é insustentável devido à sua natureza instável, v.g. os estados não conseguem manter níveis de dívida suportáveis e isso prejudica o “investimento público”, ou fica limitada a despesa que os governos podem fazer na necessária arregimentação de sindicatos de voto e poder geral sobre as sociedades.   


Obviamente o conceito de criptomoeda da Microsoft tem relativamente pouco a ver com a intenção inicial de Satoshi (criador da Bitcoin). É centralizada, dificilmente será anónima, e por via do sistema informático ligado directamente ao ser humano pelo sensor podemos imaginar toda uma série de possibilidades incluindo a mais pura das escravaturas. Por exemplo, o trabalhador sabe que toda a sua actividade é absolutamente medida e controlada. Depois, o seu empregador sabe exactamente o que o trabalhador produziu, e o estado pode recolher o imposto de modo absolutamente unívoco e objectivo. Claro fica que a privacidade bancária se torna impossível e o poder de “corte” da rede se predispõe absoluto permitindo, com um simples movimento digital, bloquear o acesso dos participantes à rede.


8. ID2020

A campanha ID2020 é apresentada como uma criação de Identidade Digital global que fará parte de um futuro brilhante em que todos saberemos imenso sobre tudo, faremos ligação a inúmeros dispositivos e sistemas com extrema facilidade, e seremos parte da “Internet of Things”. 


Evidência da ligação entre vacina, numeração única e moeda: Africa to Become Testing Ground for “Trust Stamp” Vaccine Record and Payment System


9.  Vacina, Sensores, ID Digital e Criação de Base de Dados


A vacina já foi por diversas vezes apresentada em associação com sensores e ID digital: “An Invisible Quantum Dot 'Tattoo' Could Be Used to ID Vaccinated Kids”. 

Como qualquer engenheiro informático ou pessoas que construam bases de dados sabem, quando se inicia um qualquer sistema de dados, uma das primeiras actividades a executar é a criação do índice de entidades primárias do sistema. 


Apelando agora à memória sobre o ponto 7. Criptomoeda Microsoft podemos concluir que esse sistema precisa de um identificador único de cada indivíduo/pessoa ligada ao mesmo sistema. 


A necessidade de terminar com a moeda física e criar moedas digitais já foi por diversas vezes defendida publicamente e não vamos aqui apresentar dados sobre essa “vontade”. Mesmo o Banco Central Europeu já está a desenvolver a tecnologia para moeda digital. 



10. Great Reset

O Great Reset é apresentado como uma oportunidade única, oferecida também pela crise Corona, de reconstruir o sistema económico mundial nas vertentes: energética, ambiental, financeira, social e política. Teoricamente estamos perante um momento único que precipita o dealbar de um “futuro melhor”, mais “igualitário”, e “sustentável” que permitirá um novo tipo de capitalismo que apelidam de “stakeholder capitalism”.


Um bom passo no sentido de compreender melhor o Great Reset é ler o que Klaus Schwab, presidente do Fórum Económico Mundial, afirma no resumo do seu livro “COVID-19: The Great Reset” - à venda também na Amazon:   


Como podemos constatar, o livro é descrito como sendo “um guia”, leia-se, “manual de instruções”, que os líderes mundiais devem seguir na gestão da presente crise e oportunidade. 



11. Poderes Ocidentais e China 

O comunismo não surge nas nações por obra e graça do Espírito Santo

Há notícias sobre como o livro seminal de Karl Marx lhe terá sido encomendado. Segundo essas notícias a fonte do financiamento de Karl Marx (que nunca teve um trabalho fixo e foi sempre dependente da mulher e de expedientes diversos para sobreviver) foram os actuais incumbentes - já acima discutidos -  neste documento. 

O comunismo não surge espontaneamente nas nações. Primeiro foi criada a doutrina, esta foi divulgada, depois encontrados os agentes e líderes, de seguida foi feito o lançamento no terreno, as infiltrações institucionais e sociais executadas e, por fim, com a superestrutura política controlada, é instaurado o poder centralista e autoritário que permite o controlo das massas. 


É na sua essência um movimento que nasce do topo para baixo - implanta-se e mantém-se - do topo para baixo. Foi assim em todos os países onde foi implementado, e também na Rússia e na China.  


Trotski foi directamente financiado por Rockefeller e outros “Wall Street and the Bolshevik Revolution: The Remarkable True Story of the American Capitalists Who Financed the Russian Communists”. Quando em 1916 Leon Trotski deixa Nova Iorque para Moscovo, onde depois iria pagar a revolucionários, levava consigo malas recheadas de ouro oferecido pelos financistas, que depois entraram em negócios diversos com a Rússia Leninista e Estalinista.  


Mao Tze Tung, foi instruído na escola de Yale-China e teve apoio por parte dos mesmos financistas que - nunca saíram da China - mesmo no auge do comunismo violento da Revolução Cultural que terá vitimado 60-70 milhões de pessoas. Desde as Guerras do Ópio que os poderes ocidentais entraram na China e há quem defenda que a China nunca deixou de ser uma espécie de “colónia” informal desses mesmos poderes.    


12. Conclusão 

Havendo uma conspiração de origem central, tendo sido identificados os principais agentes controladores dessa conspiração, conhecendo-se os passos actuais  que visam redundar no cumprimento da publicada Agenda 2030 deixo-vos as seguintes perguntas: 


1. Haverá algo que possamos fazer para evitar o avanço da mesma agenda (no caso de, naturalmente, não concordarmos com a mesma?)


2. Concluindo também que há uma associação entre o “capitalismo” (entendido como regime) e o comunismo no sentido de intenção e acção de criação de uma amálgama mundial centralmente orientada, gerida e controlada; essa força (espiritual também) não será demasiado forte para que nós, simples cidadãos,  se lhe possamos opor? 


3. O que arriscamos? 


4. Quem podemos ter como aliados?


5. O movimento de “despertar” tem que espécie de dimensão mundial?

Deixo-vos com um texto fundamental por um membro “protestante” da Igreja Católica. Uma carta escrita pelo Arcebispo Viganò, ex-núncio apostólico do Vaticano nos EUA, e agora proscrito, caído em desgraça, e vivendo na clandestinidade: “Carta aberta do Arcebispo Carlo Maria Viganò ao Presidente Trump”.  

           

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