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O meu professor Vasco Pulido Valente

Aos dezassete, dezoito anos, um tipo que ainda não tivesse chegado aos quarenta era, para a maioria de nós, um ancião mais ou menos respeitável. Olhava-se assim para um professor, no “ano zero” do curso de Direito da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, em pleno Outono de 1978. Eu, pelo menos, olhava. Uns meses antes, não fazia sequer a menor ideia em “ir para Direito”. Pensava em História. Mas, numa conversa de Verão, na Costa de Caparica, com dois colegas do liceu, mencionou-se a UCP à qual ambos iam fazer exames de admissão em Setembro. Nessa altura existia uma coisa parecida com a telescola, para efeitos pré-universitários, denominada “ano propedêutico”, que queria evitar. O Direito, e esses exames, pareceu-me um belo desvio.  "Nesse tempo, fumava-se em espaços fechados, como salas de aula para umas boas dezenas de pessoas. O professor de História, particularmente, abundava nos cigarros enquanto expunha. Aliás, não levava mais nada para o estrado

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